quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA X INCLUSÃO DIGITAL

As transformações que o mundo vem vivendo com o advento da convergência da tecnologia de informática com a tecnologia das telecomunicações, juntamente com o que ficou conhecido como TICs - Tecnologias de Comunicação e Informação, trouxe para o mundo grandes desafios, especificamente para nações como o Brasil que se utilizam dessas novas ferramentas como pressupostos para a promoção de Inclusão Digital de seus excluídos, oportunizando a Inclusão Social e o pleno exercício da cidadania pelo acesso imediato e gratuito às informações. São alguns desses desafios:

  • A evolução tecnológica, com a aplicação de novos materiais, com o uso da biotecnologia e principalmente com a convergência tecnológica entre a informática e telecomunicações - as chamadas TICs, o custo das comunicações teve redução em mais de 100 vezes;
  • A globalização dos mercados e dos fluxos de capitais, que ocorreu em função da evolução tecnológica, destacando os avanços das TICs;
  • Os desafios da sociedade dualista, na qual parcela representativa da população precisa cada vez mais ser integrada, no mínimo, aos serviços essenciais de saúde, educação, segurança, entre outros e, mais do que nunca ao acesso à informação.


O fenômeno da Internet emergiu como síntese do processo de convergência das telecomunicações, com a informática e o conteúdo. A Inclusão Digital é hoje condição para os avanços no processo de inclusão social, com melhores condições de ampliar os conhecimentos, geração de empregos e renda.


A evolução tecnológica da microeletrônica, fotônica, processamento digital de sinais, software, entre outras, que se constituíram nas chamadas tecnologias básicas, foram as grandes impulsionadoras das mudanças no Setor de Telecomunicações e da Tecnologia da Informação, se consolidando no processo de convergência, notadamente pela sua representação única, barateamento e possibilidade de personalização.


Até há pouco tempo os ambientes de redes do Setor de Telecomunicações se restringiam a áreas tais como: comutação; transmissão; acesso e terminais. Agora os desafios são: “wireless”, Wimax, WiMash, Banda Larga e Inclusão Digital.


As políticas públicas, no nosso entendimento, devem ter os cuidados necessários com a exclusão social, com a velocidade das mudanças, com o resguardo do papel do Estado e com a preparação da sociedade. Assim é fundamental que estas políticas assegurem responsabilidade com:
• Ética;
• Acesso democrático;
• Desenvolvimento tecnológico;
• Manutenção dos valores humanistas; e
• Compatibilização do individual com o coletivo



Fonte: http://www.aliceramos.com/view.asp?materia=1229



ESTATÍSTICAS:


O BRIC, A INCLUSÃO DIGITAL E A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA:


  • Dentre os países que formam o BRIC, o mercado brasileiro só perde para o chinês no ranking mundial de investimentos em tecnologia. Enquanto a China ocupa o 6º lugar, Brasil está em 12º.

  • O Brasil é o único dos emergentes que está com seus gastos com TI em uma média acima de 2% do PIB, enquanto os outros estão abaixo desse índice.

  • O Brasil também possui o maior nível de maturidade em relação aos seus investimentos em TI do que a China, Índia e Rússia. O índice local de compras em software e serviços é de 56% do total de investimentos. Já nos outros países este percentual não ultrapassa 40%, ou seja, a maioria de seus gastos ainda se concentra na infra-estrutura de hardware. “Fala-se muito da Índia como um pólo de serviços, mas o total do mercado de serviços de TI no Brasil é quase o dobro do indiano”, analisa Roberto Gutierrez, responsável pelo projeto e pela área de consultoria da IDC Brasil.

  • O Brasil é o campeão no crescimento do consumo doméstico em tecnologia e há dois anos experimenta uma explosão nas vendas de computadores e impressoras, com o varejo sendo o mais importante canal facilitador para a inclusão digital da população. Desde a década de 90, o governo brasileiro já apresenta importantes iniciativas relacionadas ao estímulo ao mercado de TI, mostrando seu comprometimento com o desenvolvimento da indústria e com a inclusão digital da população.

  • Outro inegável destaque é o mercado financeiro brasileiro, referência mundial na sofisticação e automação de seus processos de TI, como demonstram as iniciativas de Internet Banking, de implantação de ATMs e do SPB, dentre outras ações de destaque global.



Fonte: http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/inteligencia/estrat-gia/bric-justifica-captac-o-de-recursos-para-o-brasil.html




Postado pelo GRUPO.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Evolução do Software



Podemos definir software com sendo um conjunto de instruções a serem seguidas e executadas na manipulação, redirecionamento, ou modificação de um dado.
A sua evolução é caracterizada por quatro grandes eras assim distribuídas:


  • A primeira era(1950-1960):
A primeira era da evolução dos software é caracterizada por o uso muito rudimentar do software em si. O software naquela época era visto com "uma reflexão posterior", não havia muito interesse no seu desenvolvimento.O seu desenvolvimento era feito, virtualmente, sem administração até que os prazos começassem a se esgotar e os custos a subir abruptamente. Naquela época a limitação dos computadores era tanta que normalmente apenas um aplicativo por vez era executado. O software, por outro lado, era projetado sob medida para cada aplicação e tinha uma distribuição relativamente limitada. O software dito "pacote", isto é, programas para serem vendidos a um ou mais clientes, estava em sua infância. A maior parte do software era desenvolvida e em última análise usada pela própria pessoa ou organização. Você escrevia-o, colocava-o em funcionamento e, se ele falhasse, era você quem o consertava. Por causa desse ambiente de software personalizado o projeto era processo implícito realizado no cérebro de alguém e a documentação muitas vezes não existia.
  • A Segunda Era(1960-1970):
A multiprogramação e os sistemas multiusuários introduziram novos conceitos de iteração homem-máquina. As técnicas iterativas abriram um novo mundo de aplicações e novos níveis de sofisticação de software e hardware. Sistemas de tempo real podiam coletar, analisar e transformar dados de múltiplas fontes, daí controlando processos e produzindo saída em milissegundos e não em minutos. Os avanços da armazenagem on-line levaram à primeira geração de sistemas de gerenciamento de banco de dados. Também foi caracterizada pelo uso do produto de software e pelo advento das "software houses". Os software começaram a ser produzidos em larga escala, contemplando milhares de usuários. A partir dessa época muitos começaram a desenvolver pacotes para venda e ganharam muito dinheiro.
  • A Terceira era(1970-1989):
Os sistemas aumentam consideravelmente sua complexidade. As redes globais, as comunicações digitais de largura de banda elevada e a crescente demanda de acesso "instantâneo" a dados exigem muito dos desenvolvedores de software. Essa época foi muito marcada pelo início da utilização de microprocessadores e o início do uso de computadores pessoais. O computador pessoal foi o catalisador do crescimento de muitas empresas de software. Enquanto as empresas de software da segunda era vendiam centenas ou milhares de cópias de seus programas, as empresas da terceira era vendem dezenas e até mesmo centenas de milhares de cópias.
  • A Quarta Geração(1990-2008):
As tecnologias orientadas a objetos, orientadas a documentos, estão ocupando o lugar das abordagens mais convencionais para o desenvolvimento de software em muitas áreas de aplicação. As técnicas de "quarta geração" para o desenvolvimento de software já estão mudando a maneira segundo a qual alguns segmentos da comunidade de software constroem programas de computador. Os sistemas especialistas e o software de inteligência artificial finalmente saíram do laboratório para a aplicação prática em problemas de amplo espectro do mundo real. O software de rede neural artificial abriu excitantes possibilidades para o reconhecimento de padrões e para capacidades de processamento de informações semelhantes às humanas.

Portanto, concluimos que a evolução dos software não acaba na quarta geração, mas apenas ela abre novos horizontes com a crescente evolução da tecnologia. Com o que o futuro irá nos surpreender? Apenas o tempo poderá nos dar a resposta e estaremos muito ansiosos para nos deliciar com novas tecnologias.


Renan Gurgel

Evolução do Hardware

1980 até hoje:

  • Tecnologia: Circuito Integrado em escala muito grande;

  • Centenas de milhares de milhões de circuitos por chip;

  • Um único chip por ter tamanho de uma unha;

  • Memória: 2 gigabytes.

  • Velocidade: 300 MIPS

  • Hardware com microprocessador, este consiste uma CPU completa em um único chip de silício;

  • Computadores pessoais e dispositivos “inteligentes” de automóveis,

relógios, brinquedos, por exemplo, são baseados na tecnologia do

microprocessador.


Ciclo de Evolução/Revolução HARDWARE:

  • Evolução tecnológica, microeletrônica-revolução;

  • Maior capacidade, menor preço, cresce produção e diminui tamanho;

  • Aumenta o número de aplicações, antes técnica e econômicamente inviáveis;

  • Cresce demanda => Economia de escala “Guerra de Preços”;

  • Preços diminuem


Fontes:

http://www.inf.pucrs.br/~flash/cbp/historico_cbp.pdf

http://candida.wdfiles.com/local--files/meus-trabalhos-academicos/hardware.ppt

Postado por Gizelle Pauline.


Evolução das Redes


A comunicação para a humanidade é algo natural, pois nenhum ser consegue viver isoladamente, e desde seu surgimento pode-se observar o desenvolvimento de técnicas para suprir esta necessidade de contato com outros, e a maior expressão desse desenvolvimento foram as Redes de Computadores.

Vamos começar pelas décadas de 60 e 70 onde começaram os primeiros projetos para obter uma ligação entre computadores em longa distância. Em meio à Guerra Fria, os americanos estudavam uma forma de proteger informações essenciais para a segurança nacional, daí a Agência de Pesquisas e Projetos Avançados do Departamento de Defesa dos Estados Unidos procurou desenvolver as características da ARPANET, a rede que interligava por alguns anos os principais computadores militares no EUA. O sucesso do sistema criado pela ARPANET foi tanto que as redes agora também eram voltadas para a área de pesquisas científicas das universidades.

Um dos principais saltos tecnológicos que permitiram a popularização das redes foi o desenvolvimento da tecnologia ETHERNET. Até aquela época, os computadores não compartilhavam um cabo comum de conexão, mas essa tecnologia possibilita até hoje uma conexão entre redes locais.

Com o aumento significativo do número de computadores pessoais na década de 80, as redes locais se expandiram para usuários de todos os tipos, porém de uma maneira essencialmente restrita uma vez que ainda era usada para fins técnicos e científicos com a leve introdução de seu uso por grandes corporações, devido ao seu alto custo. O mercado corporativo demandava soluções para compartilhar os elementos mais caros da infra-estrutura de TI (impressoras e discos rígidos).

A década de 80 foi marcada pela dificuldade de comunicação entres redes locais que se formavam e que eram vistas pelo mercado como ilhas de computadores com soluções proprietárias, como SNA da IBM e NetBIOS da Microsoft.

Posteriormente inventaram o roteador, o equipamento que permitiu a conexão de duas redes normalmente incompatíveis.


Também surgiram outras grandes inovações o DNS (Domain Name System), mecanismo para resolver o problema de nome e endereços de servidores na rede, a criação da World Wide Web, em 1991 e o desenvolvimento do browser pelo fundador da Netscape, Marc Andreesen, o que encaminhava a Internet para ser a grande rede mundial de computadores.

Com o tempo, à medida que a informática e as telecomunicações iam se desenvolvendo crescia a necessidade das pessoas de se manterem informadas, daí surgiu as redes sem fio que atenderam as necessidades de serviços celulares, redes sem fio, transmissões de dados via satélite, notebooks etc...

Recentemente surgiu a tecnologia 3G, é a terceira geração de padrões e tecnologias que permite ainda mais a mobilidade e um maior acesso rápido às informações na Rede, independente do local ou horário.

Se, há 40 anos, a idéia de uma rede de computadores era a de vários aparelhos conectados, hoje a rede transformou-se numa dos principais meios de interação entre pessoas, de disseminação da informação e da realização de negócios. Conforme a evolução das tecnologias aplicadas, acredita-se que em breve as redes de computadores poderão ser o PRINCIPAL veículo de comunicação mundial.

Robert Marinho