sexta-feira, 6 de março de 2009

Ética

A palavra Ética é originada do grego ethos, (modo de ser, caráter) através do latim mos (ou no plural mores) (costumes, de onde se derivou a palavra moral.). Atualmente esse termo está fortemente vinculado a forma como as pessoas se comportam mediante a um conjunto de regras pré-estabelecidas pela sociedade, regras essas que pregam pela boa conduta de cada cidadão.



A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa freqüência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética.



É interessante destacar que a ética vem sendo aplicada a diversas áreas profissionais como economia, política e ciência política, conduzindo a muitos distintos e não-relacionados campos de ética aplicada, incluindo: ética nos negócios e Marxismo. O termo em questão vem para cada indivíduo com o objetivo de discernir entre o "bem e o mal" , ou seja, vem no intuído de formar o caráter moral do indivíduo.

Ser ético nos negócios significa:
A necessidade de obedecer regras relativas à ocupação territorial, costumes e expectativas da comunidade, princípios de moralidade, políticas da organização, atender à necessidade de todos por um tratamento adequado e justo.
Entender como os produtos e serviços de uma organização e as ações de seus membros podem afetar seus empregados, a comunidade e a sociedade como um todo (positiva ou negativamente).



www.wikipedia.com.br
http://www.malima.com.br/article_read.asp?id=185

quinta-feira, 5 de março de 2009

TG8 - Ética

No sistema aristotélico, a ética é a ciência das condutas, menos exata na medida em que se ocupa com assuntos passíveis de modificação. Ela não se ocupa com aquilo que no homem é essencial e imutável, mas daquilo que pode ser obtido por ações repetidas, disposições adquiridas ou de hábitos que constituem as virtudes e os vícios. Seu objetivo último é garantir ou possibilitar a conquista da felicidade.

Partindo das disposições naturais do homem (disposições particulares a cada um e que constituem o caráter), a moral mostra como essas disposições devem ser modificadas para que se ajustem à razão. Estas disposições costumam estar afastadas do meio-termo, estado que Aristóteles considera o ideal. Assim, algumas pessoas são muito tímidas, outras muito audaciosas. A virtude é o meio-termo e o vício se dá ou na falta ou no excesso. Por exemplo: coragem é uma virtude e seus contrários são a temeridade (excesso de coragem) e a covardia (ausência de coragem).

As virtudes se realizam sempre no âmbito humano e não têm mais sentido quando as relações humanas desaparecem, como, por exemplo, em relação a Deus. Totalmente diferente é a virtude especulativa ou intelectual, que pertence apenas a alguns (geralmente os filósofos) que, fora da vida moral, buscam o conhecimento pelo conhecimento. É assim que a contemplação aproxima o homem de Deus.

Fonte: http://pt.wikipedia.org


Por: Robert Marinho

quarta-feira, 4 de março de 2009

O percurso epistemológico do conceito de ética ao longo da história. (Em construção...)

Aristóteles se tornou o primeiro filósofo a sistematizar um complexo estrutural gnosiológica codificado pelo conceito de ética. Para Aristóteles, a principal função da ética está em delimitar o bom e o ruim para o homem, sendo que a dualidade corpo-mente se arquiteta como o principio basilar de seu sistema teórico. De acordo com ele, toda arte e saberes humanos tendem para o bem, materializado na elevação do pensamento e escravização do corpo a alma. Apenas se compreenderá o bom e o belo quando esquecermos as tensões corpóreas e concentramo-nos singularmente na arte do pensar. Logo, fica nítido o caráter negativo e involucionário atribuído as atividades laborais na Grécia Antiga, aliás, é digno de nota que estas atividades apenas poderiam ser realizadas pelos escravos, pois os homens de bem se responsabilizariam pelas verdadeiras atividades humanas, o pensar, filosofar. Nas palavras de Aristóteles (1996, p.13): “a excelência humana significa, dizermos nós, a excelência não do corpo, mas da alma, e também dizermos que a felicidade é uma atividade da alma”. Devido a estas características, destacamos o fato de a ética de Aristóteles ser uma ética adaptativa, a qual não buscava transformar a realidade, mas enraizar seus indivíduos acriticamente em seu interior, ou seja, se dirigia para a contemplação.



Fonte: http://www.efdeportes.com/efd129/a-etica-revisitada-olhares-atraves-da-historia.htm