segunda-feira, 30 de março de 2009

A questão do direito autoral e da pirataria de software.

Sobre as leis:

O Brasil inclui-se entre os vários países que possuem legislação específica de proteção à indústria do software. No Brasil a Lei n.º 9609/98 dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, e sua comercialização no País. Segundo esta lei, os programas de computador ficam incluídos no âmbito dos direitos autorais. A legislação de software estabelece que a violação destes direitos é passível de ação criminal e de ação cível de indenização. O infrator fica sujeito a detenção de 6 meses a 2 anos e multas diárias pelo uso ilegal dos programas.

Combinada com a Lei do Direito Autoral, a Lei de Software permite que as perdas e danos do titular do programa sejam ressarcidos pelo valor equivalente a 3.000 cópias de cada software ilegalmente produzido. Caso a infração seja feita com o intuito de comercialização, a pena passa a ser de reclusão de 1 a 4 anos. A nova lei prevê ainda, que praticada a pirataria ,o Poder Fiscalizador do Estado passa a investigar a sonegação fiscal relacionada à atividade de reprodução ilegal do software, seja para fins comerciais ou não.

Com esta nova legislação, o Brasil dá um passo importante rumo ao desenvolvimento. A partir de agora, a pirataria de software deverá ser tratada sob uma nova ótica por toda a sociedade e, principalmente pelas empresas e desenvolvedores.

Vantagens do software legal segundo a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software):

  • Garantia contra a presença de vírus
  • Assistência global do fabricante e/ou da revenda
  • Garantia de atualizações dos produtos
  • Possibilidade de obter significativos descontos, conforme o volume de produtos adquiridos.
  • Preços do software original em queda, em virtude da diversidade de títulos no mercado, competição entre fabricantes, momento econômico favorável, investimento maciço dos fabricantes no país etc.
  • Atingir a maturidade enquanto o usuário e, conseqüentemente, um respeito cada vez maior por parte do fabricante.

Conseqüências da pirataria:

A pirataria prejudica todos os editores de software, independentemente da sua dimensão. Isso porque os editores de software despendem anos no desenvolvimento de software, esperando recuperar os investimentos com o recebimento de seus direitos autorais. Quando não recebem integralmente seus direitos, suas atividades se tornam menos lucrativas, e muitas vezes inviáveis.

Os consumidores são prejudicados porque o dinheiro perdido com a cópia ilegal resulta em preços mais elevados para os utilizadores devidamente licenciados, e diminui os níveis de suporte técnico. Além disso, quem compra software pirata está sujeito a punição semelhante a que é aplicada a quem está vendendo.

Sem o dinheiro dos direitos autorais os desenvolvedores não podem investir no estudo e desenvolvimento para que sejam produzidos melhores e mais avançados produtos de software.

A pirataria também prejudica a comunidade em que é praticada porque quanto menor o valor resultante da venda de software legal, menos impostos os desenvolvedores pagam e menos postos de trabalho são criados. A pirataria retarda o desenvolvimento de comunidades locais de desenvolvimento de software. Se os editores de software não conseguem vender os seus produtos nos mercados legais, não têm nenhum incentivo para continuar a desenvolver programas. Muitos dos editores de software simplesmente não comercializam em mercados onde o índice de pirataria é muito elevado, pois não irão reaver os custos de desenvolvimento

Conclusão:

Pirataria de software é um crime e já tem uma lei específica no Brasil. No entanto muitos infratores da lei de software, que compartilham programas com amigos e colegas de trabalho, não se consideram criminosos. É, em parte, uma questão cultural. Uma cultura de desrespeito ao trabalho intelectual e aos direitos autorais.

A prática da pirataria de software causa prejuízos financeiros no Brasil e em todo o mundo. Além dos prejuízos financeiros deve-se considerar também os danos causados à imagem do país no exterior. Por estes motivos, este problema merece ser tratado com seriedade.

Apesar da falta de estatísticas confiáveis e atualizadas sobre o assunto, algumas iniciativas antipirataria já foram tomadas no Brasil e no exterior. Associações como ao ABES informam os usuários como distinguir o software legal de um software pirata, e alertam usuários e empresas dos riscos de se adquirir os programas piratas.

Fonte: http://www.las.pucpr.br/favaretto/Arquivos/Textos%20sobre%20%C3%A9tica.doc

quinta-feira, 26 de março de 2009

Tg11 - A industria do software.

Podemos começar por falar de um simples processador de texto, intitulado de “Word”, esconde a cada tecla que batemos operações algorítmicas, funções, procedimentos e sub-rotinas. Operações essas que deveriam estar documentadas para que todos nós tivéssemos a certeza de que aquilo que o software está realmente a fazer é aquilo que lhe pedimos e não outra coisa, como seja o envio de informações e dados pessoais para processamento por uma empresa qualquer de pesquisa de mercado ou a pura e simples espionagem sobre os nossos documentos privados. Não há documentação suficiente, nem sequer é possível “ver” essas operações pois o código do software está já compilado e não é possível “abri-lo” a não ser que cometamos um ato tremendamente ilegal. Daí, podemos perceber que um software proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu proprietário. Para usar, copiar ou redistribuir deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo na maioria das vezes ele é também um software comercial desenvolvido por uma mesma empresa com o objetivo de lucrar com sua utilização.

Por contraponto podemos falar de outro processador de texto, que faz exatamente a mesma coisa e mais um “par de botas”, abre e guarda todos os formatos de texto, não custa nada a não ser o tempo de o instalar, podemos verificar o que o programa faz exatamente olhando para o seu código, podemos partilhá-lo com amigos, empresa, família e acima de tudo não nos obriga a registrar o nosso nome nem os nossos dados. Nesse caso o software é dito software livre, aquele que permite a liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Ele ganha esse título se atender aos seguintes requisitos: liberdade para executar o programa, para qualquer propósito; Possibilidade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade; liberdade de redistribuir cópias de modo que possa ajudar ao próximo; liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Leis são feitas para proteger valores que devem ser seguidos pela coletividade. Na sociedade do conhecimento, o direito autoral tende a ser um bem protegido, pois determina a capacidade de crescimento econômico dos países. No caso do Brasil, precisamos enfrentar algumas barreiras para entrarmos na indústria do conhecimento e da tecnologia da informação como um país sério que respeita direitos autorais. Começa com educação. A prática da pirataria, não só de quem vende, mas de quem compra, demonstra que estamos ainda em um estágio bem imaturo.

A lei andou mais rápido do que os costumes: apesar das leis de Software e de Direitos Autorais, de 1998, o cenário é vergonhoso. A responsabilidade é dos usuários e da indústria de software. O mercado brasileiro de tecnologia ficou fechado até 1990. Após sua abertura, não houve estratégia de construção de cultura para consumo de tecnologia. As empresas não se preocuparam em orientar o usuário sobre a melhor forma de adquiri-la, criando sentimento de exploração: o que vinha para cá era ultrapassado e a diferença de preços, com os impostos, não facilitava a percepção de valor maior.

Fonte: Scribd

            Pirataria_partnersales

Por: Robert Marinho


O software pode ser dividido em duas categorias: Software Livre e Software proprietário. O software livre, é o programa com código aberto (open source),ou seja, uma distribuição em que o seu código como já sugere o nome é aberto a quem quiser modificá-lo ou simplesmente vê-lo. Em contrapartida temos o software proprietário onde o código é fechado e apenas com a compra da sua licença é possível o seu uso.



A definição de software livre e software proprietário também nos leva a uma discursão acerca dos valores éticos e morais que o uso desses programas levam a sociedade. A pirataria vem sendo um mal constante em nossa sociedade, as licenças de softwares proprietários tem se tornado cada vez mais caras e a pirataria tem oferecido uma saída para aqueles que julgam que essa é a melhor solução, uma vez que não é! O software livre vem para nos livramos de todas essas obrigações de pagarmos por algo que muitas vezes nem é o que queríamos.



Portanto, é necessário que antes de contribuirmos de alguma forma com a pirataria, lembremos o quanto isso irá prejudicar não só o governo ,mas a todos nós.
O software livre pode ser a solução para todos vivermos em um mundo livre e melhor.



http://www.vivaolinux.com.br/dica/Comparativo-de-custo-Software-Livre-x-Proprietario

domingo, 22 de março de 2009

Ética profissional na Informática

A ética profissional estudaria e regularia o relacionamento do profissional com sua clientela, visando a dignidade humana e construção do bem estar no contexto sócio-cultural onde exerce sua profissão. Ela atinge todas as profissões e quando falamos de ética profissional estamos nos referindo ao caráter normativo e até jurídico que regulamenta deter minada profissão a partir de estatutos e códigos específicos.



Aquele que só se preocupa com os lucros, geralmente tende a ter menor consciência de grupo. Fascinado pela preocupação monetária, a ele pouco importa o que ocorre com sua comunidade e mui to menos com a sociedade.

Especificamente na área da informática, muitos profissionais não possuem ética alguma, enganando seus clientes, de forma desonrosa deturpando a imagem de tantos outros sérios e competentes.



Temos como exemplos aqueles que cobram preços absurdos por serviços que na verdade valem bem menos. Outros ao invés de consertar, trocam peças novas por peças velhas, criam programas ilegais, atuam na internet com má fé, divulgando fotos de pedofilia, ensinam a qualquer mal intencionado a projetar bomba, etc.



Os códigos de ética das sociedades profissionais da área de computação no exterior geralmente contemplam seis aspectos básicos de obrigações éticas, que não raro conflitam entre si e a priorização normalmente é deixada para o bom senso de cada profissional. Por exemplo: as obrigações para com o empregador podem prejudicar a sociedade em geral ou violar leis.



Algumas sociedades americanas, como a ACM e a DPMA já discutiram e incluíram aspectos de ética profissional em suas propostas curriculares.

Uma proposta recente de para a disciplina denominada "Engenharia de Sistemas de Software" também inclui um tópico sobre ética profissional, o que mostra o interesse crescente sobre este assunto.

Há alguma divergência quanto à extensão do ensino de ética em computação e quanto à forma pedagógica.
Existem basicamente duas correntes de autores: a dos que favorecem uma disciplina de ética profissional como parte obrigatória do currículo dos cursos de graduação em ciências de computação e a dos que advogam que a ética deve ser introduzida aos alunos na forma de palestras (poucas), fazendo ou não parte de uma disciplina regular.



http://www-usr.inf.ufsm.br/~cacau/elc202/DanielKratz.html

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ética Profissional na Informática

Na questão profissional, os problemas mais comuns com os quais os profissionais da área se vêem envolvidos são: a influência do computador na vida das pessoas, o direito autoral dos sistemas e programas e a pirataria de software.

A introdução do computador nas empresas, agilizando o processo de execução das atividades e proporcionando maior segurança e veracidade às informações, acabaram por ocasionar a demissão de pessoas que não eram consideradas necessárias devido às mudanças de procedimentos e rotinas de trabalho. Nesse caso, como fica a questão ética? O profissional de informática tem noção do que o sistema que desenvolve pode acarretar? Se tiver esta noção, o profissional tem a preocupação em reciclar os potenciais funcionários demitidos para novas funções? Ou deixa a situação acontecer sem interferir?

Com relação ao direito autoral dos sistemas e programas e a pirataria do software existe muita controvérsia. Há os que defendem a pirataria, pautados na justificativa do preço dos produtos de software que são inacessíveis para o conjunto da população, que já possui microcomputadores em suas residências.

Mesmo sem a existência de um código de ética específico para os profissionais de informática (chamados assim os analistas, programadores, engenheiros de software, analistas de suporte, administradores de bancos de dados, entre outros envolvidos com a área), existem alguns aspectos que devem incorporar aos sistemas desenvolvidos: o acesso dos usuários ao computador, com telas de fácil manuseio e entendimento; o bem-estar nos locais de trabalho pelo adequado treinamento e reciclagem dos funcionários; o controle e acesso de informações realizadas de forma adequada; o envolvimento do fator humano no desenvolvimento de sistemas por computador; a noção de bem comum com o uso do computador; a noção das modificações ocasionadas por novos sistemas e novas tecnologias na sociedade.

Fonte: http://www-usr.inf.ufsm.br/~cacau/elc202/DanielKratz.html

quarta-feira, 18 de março de 2009

TG 10 - Ética profissional na Informática

A corrupção é provavelmente a maior chaga dos países pobres. Favorecida pelo baixo nível de educação e pela instabilidade política promove o aprofundamento das desigualdades sociais e a evasão de divisas.

A utilização de software livre permite o combate à corrupção, uma vez que a obtenção não onerosa de licenças elimina o processo licitatório e diminui a relação, nem sempre sadia, entre o setor público e empresas fornecedoras de software.

Outro aspecto importante a considerar é a questão ética que envolve a pirataria. Favorecida pelas facilidades geradas pela popularização da internet e pelo barateamento e alta disponibilidade de mídias de armazenagem de dados, a pirataria tem causado grandes prejuízos às indústrias fonográfica e cinematográfica. Neste aspecto, a opção por software livre representa uma alternativa ética para pessoas que recorrem à pirataria quando não podem ou não estão dispostas a adquirir licenças de software para uso doméstico. Ressalte-se, no entanto, que a pirataria doméstica, em alguns casos, favoreceu o software pirateado, pois criou uma massa de utilizadores que pressiona por sua aquisição no âmbito corporativo.

A prática da pirataria de software tornou-se comum e criou um hiato ético que precisa ser corrigido. A opção por software livre representa uma alternativa ética a pirataria de software com efeitos benéficos em toda a sociedade.

A globalização exige do homem moderno preocupação com a divisão da riqueza, com a utilização racional dos recursos e com a formação ética das futuras gerações. Neste sentido, a opção por software livre iguala-se à opção por produtos recicláveis, madeira oriunda de reflorestamento e empresas com responsabilidade social e ambiental. Devemos abdicar da odiosa prática da pirataria de software que, pouco a pouco, destrói nossa ética, corrompe nosso caráter, compromete a formação dos jovens e nos vicia a um modelo falho, que faz parecer difícil tudo que é diferente.

Outro aspecto que podemos considerar o uso da ética são os crimes feitos pela internet como:

-Pedofila, Discriminação(através de sites de relacionamento), crimes bancários e financeiros (praticados principalmente por estudantes de computação), além de sequestros e etc..

Fonte: http://www.gnu.org/gnu/thegnuproject.html


Por: Robert Marinho

TG 9 - ética e moral

Menina de 9 anos é estuprada pelo padrasto. Segundo os médicos seu útero de criança não suportaria o desenvolvimento de um feto. Fazer ou não fazer (como a igreja católica quer) o aborto?

Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. Nossas dúvidas quanto à decisão a tomar não manifestam apenas nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos para nós mesmos e para os outros as razões de nossas decisões e que assumamos todas as conseqüências delas, porque somos responsáveis por nossas opções.

O exemplo mencionado indica que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, espírito de sacrifício, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, remorso, contentamento, cólera, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subentendido: o bom ou o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bom e o mau ou entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subentendido: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes conosco mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.

O senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.


Fonte: www.santanna.g12.br 

Por: Robert Marinho

segunda-feira, 16 de março de 2009

Diferença: Ética e Moral

As palavras Ética e moral são de originárias, respectivamente, do grego (Ethos) e do latim (Mores). Ou seja Ambas as palavras tem o mesmo significado etimológico.


Para a filosofia, a ética tem um significado que retrata o que é bom para a sociedade em geral e a moral é um conjunto de normas e princípios que norteiam o comportamento dos indivíduos nos seus grupos sociais.


A confusão entre o significado dessas duas palavras podem ser resolvida com o esclarecimento dos dois temas, sendo que moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem na sociedade, e estas normas são adquiridas pela educação, pela tradição e pelo cotidiano. Durkheim explicava Moral como a “ciência dos costumes”, sendo algo anterior a própria sociedade. A Moral tem caráter obrigatório. Já a palavra ética é definida por Motta (1984) como um “conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, outrossim, o bem-estar social”, ou seja, ética é a forma que o homem deve se comportar no seu meio social.


Concluindo: ética é um conjunto de procedimentos com base no bom senso, moral é algo que confere ao ser humano respeito e rege o comportamento humano para o sentido do bem estar e do respeito. Sendo assim ética confere regras moral confere respeito e procedimentos.

Fonte: Discursão com o grupo



quarta-feira, 11 de março de 2009

Diferença entre ética e moral:

"A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta".(VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 7a edição Ed.Brasiliense, 1993, p.7)

Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto". MORAL é "um conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada".

Alguns diferenciam ética e moral de vários modos:

1. Ética é princípio, moral são aspectos de condutas específicas;

2. Ética é permanente, moral é temporal;

3. Ética é universal, moral é cultural;

4. Ética é regra, moral é conduta da regra;

5. Ética é teoria, moral é prática.

Etimologicamente falando, ética vem do grego "ethos", e tem seu correlato no latim "morale", com o mesmo significado: Conduta, ou relativo aos costumes. Podemos concluir que etimologicamente ética e moral são palavras sinônimas.

Vários pensadores em diferentes épocas abordaram especificamente assuntos sobre a ÉTICA: Os pré-socráticos, Aristóteles, os Estóicos, os pensadores Cristãos (Patrísticos, escolásticos e nominalistas), Kant, Espinoza, Nietzsche, Paul Tillich etc.

Podemos considerar a questão da ética a partir da visão do Professor de Filosofia e Teologia Vanderlei de Barros Rosas, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, através do seguinte quadro comparativo:

Ética Normativa

Ética Teleológica

Ética Situacional

Ética Moral

Ética Imoral

Ética Amoral

Baseia-se em princípios e regras morais fixas

Baseia-se na ética dos fins: "Os fins justificam os meios".

Baseia-se nas circunstâncias. Tudo é relativo e temporal.

Ética Profissional e Ética Religiosa: As regras devem ser obedecidas.

Ética Econômica: O que importa é o capital.

Ética Política: Tudo é possível, pois em política tudo vale.

Fonte: http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei18.htm
Dicionário Aurélio Básico.

Ética x Moral

Para falarmos de ética e moral temos que,primeiramente. analizar a definição de cada um dessas palavras. O termo ética vem do grego Ethos e significa e significa "modo de ser" , Moral vem do Latim "mores" significando costumes. Essas definições ainda são bem abrangentes, portanto cabe uma análise mais profunda de seus significados.



A moral é algo que todos nós temos, uma vez que ela está ligada aos costumes, ou seja, as tradições de uma determinado grupo de pessoas. Esses costumes acaba, criando no homem um "código de conduta" do que é certo e do que não é. A ética ao contrário da moral, nem sempre existia. A Ética teria surgido com Sócrates, pois se exigi maior grau de cultura. Ela investiga e explica as normas morais, pois leva o homem a agir não só por tradição, educação ou hábito, mas principalmente por convicção e inteligência. Analisando a fundo a ética julga o comportamento das pessoas ,ou seja , a ética julga a moral das pessoas.


Portanto, ética e moral tem significados distintos mas acabam sempre estando muito ligados , uma vez que, estão relacionadas com comportamento humano e o julgamento desses comportamentos , logo cabe a nós aprimorarmos o que chamamos de ética para que de fato possamos nos portar como seres humanos racionais e não como seres sem ética.


http://karlitabio.blogspot.com/2008/02/tica-x-moral.html
http://psicologiarg.blogspot.com/2008/03/tica-x-moral.html

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ética

A palavra Ética é originada do grego ethos, (modo de ser, caráter) através do latim mos (ou no plural mores) (costumes, de onde se derivou a palavra moral.). Atualmente esse termo está fortemente vinculado a forma como as pessoas se comportam mediante a um conjunto de regras pré-estabelecidas pela sociedade, regras essas que pregam pela boa conduta de cada cidadão.



A ética também não deve ser confundida com a lei, embora com certa freqüência a lei tenha como base princípios éticos. Ao contrário do que ocorre com a lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; por outro lado, a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas no escopo da ética.



É interessante destacar que a ética vem sendo aplicada a diversas áreas profissionais como economia, política e ciência política, conduzindo a muitos distintos e não-relacionados campos de ética aplicada, incluindo: ética nos negócios e Marxismo. O termo em questão vem para cada indivíduo com o objetivo de discernir entre o "bem e o mal" , ou seja, vem no intuído de formar o caráter moral do indivíduo.

Ser ético nos negócios significa:
A necessidade de obedecer regras relativas à ocupação territorial, costumes e expectativas da comunidade, princípios de moralidade, políticas da organização, atender à necessidade de todos por um tratamento adequado e justo.
Entender como os produtos e serviços de uma organização e as ações de seus membros podem afetar seus empregados, a comunidade e a sociedade como um todo (positiva ou negativamente).



www.wikipedia.com.br
http://www.malima.com.br/article_read.asp?id=185

quinta-feira, 5 de março de 2009

TG8 - Ética

No sistema aristotélico, a ética é a ciência das condutas, menos exata na medida em que se ocupa com assuntos passíveis de modificação. Ela não se ocupa com aquilo que no homem é essencial e imutável, mas daquilo que pode ser obtido por ações repetidas, disposições adquiridas ou de hábitos que constituem as virtudes e os vícios. Seu objetivo último é garantir ou possibilitar a conquista da felicidade.

Partindo das disposições naturais do homem (disposições particulares a cada um e que constituem o caráter), a moral mostra como essas disposições devem ser modificadas para que se ajustem à razão. Estas disposições costumam estar afastadas do meio-termo, estado que Aristóteles considera o ideal. Assim, algumas pessoas são muito tímidas, outras muito audaciosas. A virtude é o meio-termo e o vício se dá ou na falta ou no excesso. Por exemplo: coragem é uma virtude e seus contrários são a temeridade (excesso de coragem) e a covardia (ausência de coragem).

As virtudes se realizam sempre no âmbito humano e não têm mais sentido quando as relações humanas desaparecem, como, por exemplo, em relação a Deus. Totalmente diferente é a virtude especulativa ou intelectual, que pertence apenas a alguns (geralmente os filósofos) que, fora da vida moral, buscam o conhecimento pelo conhecimento. É assim que a contemplação aproxima o homem de Deus.

Fonte: http://pt.wikipedia.org


Por: Robert Marinho

quarta-feira, 4 de março de 2009

O percurso epistemológico do conceito de ética ao longo da história. (Em construção...)

Aristóteles se tornou o primeiro filósofo a sistematizar um complexo estrutural gnosiológica codificado pelo conceito de ética. Para Aristóteles, a principal função da ética está em delimitar o bom e o ruim para o homem, sendo que a dualidade corpo-mente se arquiteta como o principio basilar de seu sistema teórico. De acordo com ele, toda arte e saberes humanos tendem para o bem, materializado na elevação do pensamento e escravização do corpo a alma. Apenas se compreenderá o bom e o belo quando esquecermos as tensões corpóreas e concentramo-nos singularmente na arte do pensar. Logo, fica nítido o caráter negativo e involucionário atribuído as atividades laborais na Grécia Antiga, aliás, é digno de nota que estas atividades apenas poderiam ser realizadas pelos escravos, pois os homens de bem se responsabilizariam pelas verdadeiras atividades humanas, o pensar, filosofar. Nas palavras de Aristóteles (1996, p.13): “a excelência humana significa, dizermos nós, a excelência não do corpo, mas da alma, e também dizermos que a felicidade é uma atividade da alma”. Devido a estas características, destacamos o fato de a ética de Aristóteles ser uma ética adaptativa, a qual não buscava transformar a realidade, mas enraizar seus indivíduos acriticamente em seu interior, ou seja, se dirigia para a contemplação.



Fonte: http://www.efdeportes.com/efd129/a-etica-revisitada-olhares-atraves-da-historia.htm

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Mudanças de paradigmas pedagógicos...

A aplicação da informática no processo educacional brasileiro tem um intuito de minimizar alguns dos problemas do nosso sistema de ensino. Muito se tem dito, ultimamente, sobre a utilização do computador na educação como um meio de minorar os problemas evidenciados pelos baixos índices de desempenho dos alunos no processo ensino-aprendizagem e os altos índices de evasão e repetência.

Nem toda forma de utilização do computador na educação se presta igualmente bem a atingir certas objetivos educacionais. Algumas formas de utilização são mais adaptadas a certos objetivos educacionais, outras se prestam melhor a outras finalidades pedagógicas. Mas, ao final, quase todo emprego do computador na educação pode trazer resultados pedagogicamente benéficos.

A introdução do uso de computadores e da Internet no ensino, visando a melhoria da aprendizagem dos conteúdos curriculares gerais deve iniciar mudando a postura do professor e do aluno e fazendo com que o uso de laboratórios de informática se torne um hábito. Introduzir a informatização no ensino baseia-se em preparar professores para orientar o uso da tecnologia, para que possam ser construídos projetos pedagógicos onde a Internet esteja presente como uma ferramenta do ensino.

Computadores e Internet não combinam com aulas tradicionais, nas quais o professor "despeja" informações e os alunos executam ordens. Aprender a manejar um computador é simples, porém abandonar o controle e repensar a estrutura das aulas não é tão fácil.

Quando a escola adota uma tecnologia inovadora como a informática, é necessário alterar a pedagogia conservadora, para que os efeitos do ensino informatizado não se tornem limitados, pois uma utilização adequada da Internet como instrumento de ensino amplia as possibilidades dos professores e enriquece seu modo de ensinar. A informatização no ensino deve provocar mudanças pedagógicas, e não "automatizar o ensino" ou, como nos Estados Unidos, promover a alfabetização em informática.

O relacionamento entre aluno e professor deverá mudar. É necessário que tanto o educador quanto o aprendiz tenham intimidade e simpatia pelo computador e pela Internet, assim eles podem acessá-la com facilidade, oferecendo a oportunidade para que a sociedade em geral perceba a necessidade e as vantagens do uso da Internet no ensino.

Com a implantação do uso da Internet nos processos de ensino/aprendizagem, além da postura do docente, a forma de avaliação do aluno também deverá sofrer modificações. Como a educação poderá ser feita à distância, o professor precisará acompanhar melhor a evolução do aluno. 

Através de todos esses dados, fica claro que o "professor informador" será um forte candidato ao desemprego, porém o "professor formador" será cada vez mais importante nesta virada de milênio. Assim, para esta secular profissão, o uso do computador não é uma ameaça, e sim uma grande oportunidade de aprendizagem e de melhora na qualidade do "fruto desse trabalho": a educação.

 

Fonte: http://www.chaves.com.br/TEXTSELF/EDTECH/funteve.htm

Por Robert Marinho

T.I na educação - Instrucionismo ou Construcionismo?

A informática na educação ,atualmente, está fortemente ligada a dois paradigmas:Os instrucionistas e os construcionistas.
Dentro do paradigma de informática instrucional seu papel seria de suporte ao professor na sua tarefa em sala de aula. O papel do professor seria menos relevante. No paradigma construcionista, a informática é tida como um veículo que possibilita uma mudança na postura do professor, transformando-o em mediador. Em relação ao aluno, no primeiro caso o computador, ou software, passa a "ensinar" o aluno, enquanto no segundo, o aluno "ensina" o computador.


É interessante pensar que a educação não funciona nessa dicotomia de "instrucionista ou construcionista",e sim como um meio de comunicação abrangente principalmente no que se refere as transformações que vem se operando no mundo dominado pela tecnologia da informação.


poderíamos dizer que os computadores, assim como a imprensa, a máquina de escrever, etc. são produtos do desenvolvimento social e tecnológico da nossa sociedade. Como tais são incorporados pela sociedade como um todo, fazendo com que, o que a princípio era de domínio de poucos, passe a ser incorporado por todos operando uma mudança cultura e no imaginário popular. Dando um exemplo: antes do surgimento da imprensa, os textos eram escritos usando-se um código simbólico que era a caligrafia tipo letra corrida. Nas escolas, as crianças eram alfabetizadas com esse tipo de código.Com a disseminação do texto impresso, atualmente a criança começa a ter contato primeiramente com um outro tipo de código. Nos livros, na TV, nas ruas, em todos os lugares o primeiro código simbólico que a criança tem contato é a letra tipo de imprensa. Este fato, ocasionou uma mudança na educação: atualmente poucas escolas alfabetizam com um caderno de caligrafia, mas introduzem a criança no mundo da escrita simbólica através do código que ela tem contato: a letra tipo imprensa. Esse fato vem a destacar a relação que existe entre os artefatos tecnológicos que nós criamos e que com o tempo passam a fazer parte do nosso imaginário e alteram o cotidiano e o meio social.


Portanto, não devemos nos prender a essa dicotomia de imaginar a Tecnologia da Informação sendo usada de maneira instrucionista ou construcionista, mas passar a pensar esta tecnologia no contexto escolar,por exemplo, como uma linguagem e uma lógica que deve ser apreendida pelas crianças. E neste sentido, a informática deve ampliar seus horizontes dentro da escola. Não se trata de classificar os usos, mas de pensar formas alternativas e combinatória de seu uso. Sabendo aliar T.I com a educação de maneira certa, estaremos crescendo exponencialmente não só no ponto de vista tecnológico como ,também, cultural.


Fonte:
http://www.netpar.com.br/edumidia/Artigo02.htm

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

PONTOS NEGATIVOS DA REGULAMENTAÇÃO

A restrição do exercício da profissão na área de informática a detentores de diplomas de alguns cursos não condiz com a realidade, nem no Brasil nem no exterior. Em nenhum país com economia avançada essa restrição existe: Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, Japão, Itália, Canadá, por exemplo, não restringem a atuação de profissionais da área. Nossos concorrentes diretos na busca por atração de oportunidades na área de computação e informática, em especial Índia, China, Irlanda e Rússia, também não colocam qualquer restrição à atuação na área. Se a profissão fosse regulamentada na Suíça, Tim Berners-Lee não teria inventado e implementado a primeira versão da World Wide Web, já que ele tem um diploma de Física. Raymond Samuel Tomlinson, com diploma de engenharia elétrica, fosse a profissão regulamentada nos EUA, não teria construído o primeiro sistema de correio eletrônico. Bill Gates, primeiro programador e fundador da Microsoft, não terminou seu curso de graduação em Harvard e não poderia ter trabalhado na área e iniciado a maior empresa de software do mundo. Da mesma maneira, Steve Jobs, contemporâneo de Gates, não teria respaldo legal para projetar e desenvolver os primeiros microcomputadores e fundar a Apple, companhia responsável pela popularização dos computadores pessoais e que é responsável por introduzir inúmeras inovações na indústria de computadores pessoais, como o uso de janelas e mouse, e pela criação do iPod e iPhone.


Fonte: http://si3.inf.ufrgs.br/HomePage/noticias/noti08052.cfm

Perguntas freqüentes sobre a regulamentação do trabalho:

http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-faq.html


terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Regulamentação da profissão de informática

De acordo com a SBC(Sociedade Brasileira de Computação, a regulamentação do profissional de informática já vem sendo discutida desde antes da sua criação , em 1978. Ela tem seus princípios de defesa, baseada nos seguintes argumentos:

* 1. exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal;
* 2. nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima;
* 3. a área deve ser Auto-Regulada.




O cenário idealizado pela SBC para o exercício das atividades de Informática no País é caracterizado pelos seguintes elementos conciliadores dos diversos interesses da Sociedade e dos profissionais:

* 1. regime de liberdade ao trabalho na profissão de Informática em todo o País;
* competência profissional e posse do conhecimento como principais diferenciais a serem utilizados pela Sociedade e pelas empresas na contratação de serviços profissionais;
* 2. valorização do diploma de cursos superior como instrumento diferenciador de capacidade tecno-científica e indicador de elevado potencial de competência profissional;
* 3. uso do controle de qualidade de produto para garantia da satisfação do consumidor;
* 4. uso da legislação pertinente (Cível, Penal, Comercial, Código do Consumidor, etc) para resolver divergências, punir irregularidades e promover a defesa de direitos;
* 5. sindicatos atuantes para defender os interesses legítimos direitos da categoria profissional;

* 6. conselho de Auto-Regulação atuante para a defesa da Sociedade por meio da vigilância do cumprimento da ética e de defesa da área do ponto de vista político.



É muito interessante observar o ponto de vista da SBC, no que se refere a regulamentação da profissão não somente para os graduados na área,isso seria um diferencial, mas regulamentar a profissão como um todo , abrangindo mais profissionas como ,por exemplo, os técnicos.


Em relação ao projeto que está no senado, de autoria do senador Expedito Junior, a criação de um conselho federal e conselhos Regionais de Informática, são ótimas notícias para a sociedade, que espera ter com isso um futuro a área de infómatica no que se trata de regulamentação.



fontes
http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918

TG6 - Informática: a regulamentação profissional

· A profissão de informática ainda não é regulamentada no Brasil. O que é que isto quer dizer? Que para atuar na área de informática não é necessário fazer um curso formal em alguma universidade. Fazendo uma analogia, é permitir que uma pessoa que não fez curso de Medicina possa atuar como médico.

· O objetivo da regulamentação não é impor uma reserva de mercado, ou seja, só os profissionais graduados que podem atuar na área. Atualmente, temos uma carência grande de bons profissionais da área de informática e fechar o mercado só vai acabar piorando essa situação. Não custa lembrar que o Brasil precisa cada vez mais se modernizar tanto na iniciativa privada quanto na pública, ou seja, o país precisa de profissionais que possam acelerá-lo tecnologicamente.

· Alguém que faz um bom curso de informática tem mais chance de se tornar um profissional de informática com maior competitividade no mercado.

· Entretanto, a regulamentação pode trazer alguns benefícios, como por exemplo a definição de papéis e responsabilidades de cada profissional. Atualmente, algumas empresas querem contratar pessoas que conheçam tudo, desde desenvolvimento em Javascript até configuração de roteadores. As contratações não deveriam ser dessa forma, elas deveriam estar bem definidas e regulamentadas, de forma que um programador não execute atividades de um administrador de banco de dados ou que um analista de suporte não execute atividades de webdesign.

· Enfim, não vai ser uma tarefa fácil regulamentar a profissão. O jogo de interesses é grande e o risco de errar é alto. É mais fácil deixar como está e ir "empurrando com a barriga", do que ouvir a parte interessada e promover uma discussão realmente ampla.

fonte:http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107

http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20080527.php

http://www.infonet.com.br/andres_menendez/ler.asp?id=58599&titulo=andres_menendez



Por Robert Marinho