quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Mercado de trabalho no Brasil e no mundo

Mercado de Trabalho relaciona aqueles que procuram emprego e aqueles que oferecem emprego num sistema típico de mercado onde se negocia para determinar os preços e quantidades de um bem, o trabalho. O seu estudo procura perceber e prever os fenónemos de interação entre estes dois grupos tendo em conta a situação económica e social do país, região ou cidade. Wikipédia


Ao definirmos mercado de trabalho, tiramos logo a conclusão que vai ocorrer disputa para cargos. Para vencer essa disputa, é necessário que o profissional se qualifique (fazendo cursos e pós-graduações).


Nos tempos atuais podemos notar uma incrível mudança neste mercado. Antes tínhamos como principais áreas de trabalho, o direito e a medicina, mas agora, com a crescente demanda de empregos nas diversas áreas, ele vem se diversificando e se “especializando”.


Essas mudanças já são conseqüências da globalização. A “exportação e importação de empregados” é uma pratica muito comum nos países desenvolvidos e está em bastante ascensão nos países em desenvolvimento.


A atual crise mundial afetou grande parte das áreas de trabalho no Brasil, mas algumas não sofreram com a mesma. Veja a seguir a lista dos 10 funcionário mais procurados:

  1. Diretor financeiro: de acordo com o diretor do Grupo Foco, eles estão na lista dos 10 mais procurados porque são especialistas em gerenciar riscos;
  2. Diretor tributário: se for um bom profissional, pode trazer retornos consideráveis para a empresa;
  3. Profissionais da área jurídica: advogados, por exemplo, vêm ganhando mercado empresarial e evitando perdas das empresas com processos;
  4. Controller (controladoria): ligado à gestão de back office (associado aos departamentos administrativos de uma empresa, departamentos que mantêm nenhum ou muito pouco contato com os cliente);
  5. Diretor de RH (recursos humanos): para buscar pessoas com experiência, capazes de lidar com o momento de crise, e para encontrar maneiras de reter e atrair talentos;
  6. Vendas/Marketing: o mercado para esses profissionais continua aquecido, apesar de ter perdido espaço;
  7. Supply Chain (responsável pelo desenvolvimento de produtos): esse profissional reduz preços e traz retorno para a empresa;
  8. Área de TI (tecnologia da informação): hoje esse profissional está mais estratégico e também traz retornos para a empresa; 
  9. Analista de risco de bancos: para que as instituições possam atuar com mais segurança frente à crise;
  10. Engenharia: vai estar aquecido, mas com desaceleração. Foco em engenharia pesada, por causa dos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Leituras Externas:

Formação.atwebpages

Fontes:

Superdownloads

Administradores.com.br

Wikipedia

 


segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Brasil: um mercado de TI maduro, estruturado e com qualidade muito próxima aos países de primeiro mundo. Talvez até maior.

Nosso mercado é MUITO heterogêneo, mas também precisamos derrubar alguns mitos muito comuns entendendo que:

  • Graças aos cursos de Computação “muito conservadores” o Brasil forma pesquisadores como os da Akwan, que criam tecnologias inovadoras e trazem para o Brasil a atenção de empresas líderes mundiais.
  • Graças aos cursos técnicos a área de TI se expandiu com novas oportunidades e uma série de especializações.

Ou seja, o mercado de TI é como qualquer outra indústria: ele é movido por pessoas e seus resultados próprios, e não por graduações ou diplomas.

A Índia assumiu a liderança mundial através de incentivos do governo que duram 30 anos. A China assusta a Índia como um concorrente muito forte que cresce a cada ano. Até mesmo a Rússia, com sua tradição em ciência devido ao forte investimento em P&D durante a guerra fria, consegue ser mais reconhecida por serviços de TI que o Brasil. Já o nosso país, apesar dos esforços, ainda não conseguiu uma fatia tangível do mercado global de TI.

No Brasil, o mercado de TI movimenta algo em torno de US$ 10 bilhões, dos quais US$ 2 bilhões são referentes a softwares para infra-estrutura e desenvolvimento de aplicações. As soluções de segurança representam 5% a 6% dessa receita no Brasil e há três anos não chegavam a 3% do mercado de softwares, segundo dados da Computer Associates (CA). Nos Estados Unidos, a segurança já faz parte das discussões de estratégia do negócio e chega a representar, em alguns casos, 10% do orçamento de TI - o dobro de dois anos atrás, segundo dados da ISS. Pesquisa mundial recente da PricewaterhouseCoopers aponta que para 62% das 7,5 mil empresas entrevistas, incluindo 450 brasileiras, os gastos com segurança cresceram 50% neste ano.

Uma ameaça ao mercado no futuro é oriunda da competição entre os países emergentes. Hoje, são poucos os que dispõem de profissionais de TI em atividade do tamanho do Brasil. Entretanto, é perfeitamente possível que em dez anos apareçam rivais entre emergentes como Paquistão, Bangladesh e Indonésia, entre os menores.


LEITURA EXTRA:

Brasil evolui em convergência digital” - http://www.hibriscomercio.com.br/webos/portal/?secao=conteudo,2&cat=13&id=378

“Repensando o futuro de TI no Brasil” - http://assespro.blogspot.com/2007/04/repensando-o-futuro-de-ti-no-brasil.html


Fontes:

http://mundo.it/blog/2007/04/29/ti-no-brasil-parte-1/

http://mundo.it/blog/2007/05/01/ti-no-brasil-parte-2/

http://mundo.it/blog/2007/05/12/ti-no-brasil-parte-3/

http://mundo.it/blog/2007/05/18/ti-no-brasil-conclusao/

http://mundo.it/blog/2007/02/24/por-que-mundo-it/

http://assespro.blogspot.com/2007/04/repensando-o-futuro-de-ti-no-brasil.html

http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI216004-EI4803,00.html