quinta-feira, 26 de março de 2009

Tg11 - A industria do software.

Podemos começar por falar de um simples processador de texto, intitulado de “Word”, esconde a cada tecla que batemos operações algorítmicas, funções, procedimentos e sub-rotinas. Operações essas que deveriam estar documentadas para que todos nós tivéssemos a certeza de que aquilo que o software está realmente a fazer é aquilo que lhe pedimos e não outra coisa, como seja o envio de informações e dados pessoais para processamento por uma empresa qualquer de pesquisa de mercado ou a pura e simples espionagem sobre os nossos documentos privados. Não há documentação suficiente, nem sequer é possível “ver” essas operações pois o código do software está já compilado e não é possível “abri-lo” a não ser que cometamos um ato tremendamente ilegal. Daí, podemos perceber que um software proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu proprietário. Para usar, copiar ou redistribuir deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo na maioria das vezes ele é também um software comercial desenvolvido por uma mesma empresa com o objetivo de lucrar com sua utilização.

Por contraponto podemos falar de outro processador de texto, que faz exatamente a mesma coisa e mais um “par de botas”, abre e guarda todos os formatos de texto, não custa nada a não ser o tempo de o instalar, podemos verificar o que o programa faz exatamente olhando para o seu código, podemos partilhá-lo com amigos, empresa, família e acima de tudo não nos obriga a registrar o nosso nome nem os nossos dados. Nesse caso o software é dito software livre, aquele que permite a liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Ele ganha esse título se atender aos seguintes requisitos: liberdade para executar o programa, para qualquer propósito; Possibilidade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade; liberdade de redistribuir cópias de modo que possa ajudar ao próximo; liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Leis são feitas para proteger valores que devem ser seguidos pela coletividade. Na sociedade do conhecimento, o direito autoral tende a ser um bem protegido, pois determina a capacidade de crescimento econômico dos países. No caso do Brasil, precisamos enfrentar algumas barreiras para entrarmos na indústria do conhecimento e da tecnologia da informação como um país sério que respeita direitos autorais. Começa com educação. A prática da pirataria, não só de quem vende, mas de quem compra, demonstra que estamos ainda em um estágio bem imaturo.

A lei andou mais rápido do que os costumes: apesar das leis de Software e de Direitos Autorais, de 1998, o cenário é vergonhoso. A responsabilidade é dos usuários e da indústria de software. O mercado brasileiro de tecnologia ficou fechado até 1990. Após sua abertura, não houve estratégia de construção de cultura para consumo de tecnologia. As empresas não se preocuparam em orientar o usuário sobre a melhor forma de adquiri-la, criando sentimento de exploração: o que vinha para cá era ultrapassado e a diferença de preços, com os impostos, não facilitava a percepção de valor maior.

Fonte: Scribd

            Pirataria_partnersales

Por: Robert Marinho


O software pode ser dividido em duas categorias: Software Livre e Software proprietário. O software livre, é o programa com código aberto (open source),ou seja, uma distribuição em que o seu código como já sugere o nome é aberto a quem quiser modificá-lo ou simplesmente vê-lo. Em contrapartida temos o software proprietário onde o código é fechado e apenas com a compra da sua licença é possível o seu uso.



A definição de software livre e software proprietário também nos leva a uma discursão acerca dos valores éticos e morais que o uso desses programas levam a sociedade. A pirataria vem sendo um mal constante em nossa sociedade, as licenças de softwares proprietários tem se tornado cada vez mais caras e a pirataria tem oferecido uma saída para aqueles que julgam que essa é a melhor solução, uma vez que não é! O software livre vem para nos livramos de todas essas obrigações de pagarmos por algo que muitas vezes nem é o que queríamos.



Portanto, é necessário que antes de contribuirmos de alguma forma com a pirataria, lembremos o quanto isso irá prejudicar não só o governo ,mas a todos nós.
O software livre pode ser a solução para todos vivermos em um mundo livre e melhor.



http://www.vivaolinux.com.br/dica/Comparativo-de-custo-Software-Livre-x-Proprietario

domingo, 22 de março de 2009

Ética profissional na Informática

A ética profissional estudaria e regularia o relacionamento do profissional com sua clientela, visando a dignidade humana e construção do bem estar no contexto sócio-cultural onde exerce sua profissão. Ela atinge todas as profissões e quando falamos de ética profissional estamos nos referindo ao caráter normativo e até jurídico que regulamenta deter minada profissão a partir de estatutos e códigos específicos.



Aquele que só se preocupa com os lucros, geralmente tende a ter menor consciência de grupo. Fascinado pela preocupação monetária, a ele pouco importa o que ocorre com sua comunidade e mui to menos com a sociedade.

Especificamente na área da informática, muitos profissionais não possuem ética alguma, enganando seus clientes, de forma desonrosa deturpando a imagem de tantos outros sérios e competentes.



Temos como exemplos aqueles que cobram preços absurdos por serviços que na verdade valem bem menos. Outros ao invés de consertar, trocam peças novas por peças velhas, criam programas ilegais, atuam na internet com má fé, divulgando fotos de pedofilia, ensinam a qualquer mal intencionado a projetar bomba, etc.



Os códigos de ética das sociedades profissionais da área de computação no exterior geralmente contemplam seis aspectos básicos de obrigações éticas, que não raro conflitam entre si e a priorização normalmente é deixada para o bom senso de cada profissional. Por exemplo: as obrigações para com o empregador podem prejudicar a sociedade em geral ou violar leis.



Algumas sociedades americanas, como a ACM e a DPMA já discutiram e incluíram aspectos de ética profissional em suas propostas curriculares.

Uma proposta recente de para a disciplina denominada "Engenharia de Sistemas de Software" também inclui um tópico sobre ética profissional, o que mostra o interesse crescente sobre este assunto.

Há alguma divergência quanto à extensão do ensino de ética em computação e quanto à forma pedagógica.
Existem basicamente duas correntes de autores: a dos que favorecem uma disciplina de ética profissional como parte obrigatória do currículo dos cursos de graduação em ciências de computação e a dos que advogam que a ética deve ser introduzida aos alunos na forma de palestras (poucas), fazendo ou não parte de uma disciplina regular.



http://www-usr.inf.ufsm.br/~cacau/elc202/DanielKratz.html