sexta-feira, 20 de março de 2009

Ética Profissional na Informática

Na questão profissional, os problemas mais comuns com os quais os profissionais da área se vêem envolvidos são: a influência do computador na vida das pessoas, o direito autoral dos sistemas e programas e a pirataria de software.

A introdução do computador nas empresas, agilizando o processo de execução das atividades e proporcionando maior segurança e veracidade às informações, acabaram por ocasionar a demissão de pessoas que não eram consideradas necessárias devido às mudanças de procedimentos e rotinas de trabalho. Nesse caso, como fica a questão ética? O profissional de informática tem noção do que o sistema que desenvolve pode acarretar? Se tiver esta noção, o profissional tem a preocupação em reciclar os potenciais funcionários demitidos para novas funções? Ou deixa a situação acontecer sem interferir?

Com relação ao direito autoral dos sistemas e programas e a pirataria do software existe muita controvérsia. Há os que defendem a pirataria, pautados na justificativa do preço dos produtos de software que são inacessíveis para o conjunto da população, que já possui microcomputadores em suas residências.

Mesmo sem a existência de um código de ética específico para os profissionais de informática (chamados assim os analistas, programadores, engenheiros de software, analistas de suporte, administradores de bancos de dados, entre outros envolvidos com a área), existem alguns aspectos que devem incorporar aos sistemas desenvolvidos: o acesso dos usuários ao computador, com telas de fácil manuseio e entendimento; o bem-estar nos locais de trabalho pelo adequado treinamento e reciclagem dos funcionários; o controle e acesso de informações realizadas de forma adequada; o envolvimento do fator humano no desenvolvimento de sistemas por computador; a noção de bem comum com o uso do computador; a noção das modificações ocasionadas por novos sistemas e novas tecnologias na sociedade.

Fonte: http://www-usr.inf.ufsm.br/~cacau/elc202/DanielKratz.html

quarta-feira, 18 de março de 2009

TG 10 - Ética profissional na Informática

A corrupção é provavelmente a maior chaga dos países pobres. Favorecida pelo baixo nível de educação e pela instabilidade política promove o aprofundamento das desigualdades sociais e a evasão de divisas.

A utilização de software livre permite o combate à corrupção, uma vez que a obtenção não onerosa de licenças elimina o processo licitatório e diminui a relação, nem sempre sadia, entre o setor público e empresas fornecedoras de software.

Outro aspecto importante a considerar é a questão ética que envolve a pirataria. Favorecida pelas facilidades geradas pela popularização da internet e pelo barateamento e alta disponibilidade de mídias de armazenagem de dados, a pirataria tem causado grandes prejuízos às indústrias fonográfica e cinematográfica. Neste aspecto, a opção por software livre representa uma alternativa ética para pessoas que recorrem à pirataria quando não podem ou não estão dispostas a adquirir licenças de software para uso doméstico. Ressalte-se, no entanto, que a pirataria doméstica, em alguns casos, favoreceu o software pirateado, pois criou uma massa de utilizadores que pressiona por sua aquisição no âmbito corporativo.

A prática da pirataria de software tornou-se comum e criou um hiato ético que precisa ser corrigido. A opção por software livre representa uma alternativa ética a pirataria de software com efeitos benéficos em toda a sociedade.

A globalização exige do homem moderno preocupação com a divisão da riqueza, com a utilização racional dos recursos e com a formação ética das futuras gerações. Neste sentido, a opção por software livre iguala-se à opção por produtos recicláveis, madeira oriunda de reflorestamento e empresas com responsabilidade social e ambiental. Devemos abdicar da odiosa prática da pirataria de software que, pouco a pouco, destrói nossa ética, corrompe nosso caráter, compromete a formação dos jovens e nos vicia a um modelo falho, que faz parecer difícil tudo que é diferente.

Outro aspecto que podemos considerar o uso da ética são os crimes feitos pela internet como:

-Pedofila, Discriminação(através de sites de relacionamento), crimes bancários e financeiros (praticados principalmente por estudantes de computação), além de sequestros e etc..

Fonte: http://www.gnu.org/gnu/thegnuproject.html


Por: Robert Marinho

TG 9 - ética e moral

Menina de 9 anos é estuprada pelo padrasto. Segundo os médicos seu útero de criança não suportaria o desenvolvimento de um feto. Fazer ou não fazer (como a igreja católica quer) o aborto?

Situações como essas – mais dramáticas ou menos dramáticas – surgem sempre em nossas vidas. Nossas dúvidas quanto à decisão a tomar não manifestam apenas nosso senso moral, mas também põem à prova nossa consciência moral, pois exigem que decidamos o que fazer, que justifiquemos para nós mesmos e para os outros as razões de nossas decisões e que assumamos todas as conseqüências delas, porque somos responsáveis por nossas opções.

O exemplo mencionado indica que o senso moral e a consciência moral referem-se a valores (justiça, honradez, espírito de sacrifício, integridade, generosidade), a sentimentos provocados pelos valores (admiração, vergonha, culpa, remorso, contentamento, cólera, amor, dúvida, medo) e a decisões que conduzem a ações com conseqüências para nós e para os outros. Embora os conteúdos dos valores variem, podemos notar que estão referidos a um valor mais profundo, mesmo que apenas subentendido: o bom ou o bem. Os sentimentos e as ações, nascidos de uma opção entre o bom e o mau ou entre o bem e o mal, também estão referidos a algo mais profundo e subentendido: nosso desejo de afastar a dor e o sofrimento e de alcançar a felicidade, seja por ficarmos contentes conosco mesmos, seja por recebermos a aprovação dos outros.

O senso e a consciência moral dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidos ao bem e ao mal e ao desejo de felicidade. Dizem respeito às relações que mantemos com os outros e, portanto, nascem e existem como parte de nossa vida intersubjetiva.


Fonte: www.santanna.g12.br 

Por: Robert Marinho

segunda-feira, 16 de março de 2009

Diferença: Ética e Moral

As palavras Ética e moral são de originárias, respectivamente, do grego (Ethos) e do latim (Mores). Ou seja Ambas as palavras tem o mesmo significado etimológico.


Para a filosofia, a ética tem um significado que retrata o que é bom para a sociedade em geral e a moral é um conjunto de normas e princípios que norteiam o comportamento dos indivíduos nos seus grupos sociais.


A confusão entre o significado dessas duas palavras podem ser resolvida com o esclarecimento dos dois temas, sendo que moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem na sociedade, e estas normas são adquiridas pela educação, pela tradição e pelo cotidiano. Durkheim explicava Moral como a “ciência dos costumes”, sendo algo anterior a própria sociedade. A Moral tem caráter obrigatório. Já a palavra ética é definida por Motta (1984) como um “conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, outrossim, o bem-estar social”, ou seja, ética é a forma que o homem deve se comportar no seu meio social.


Concluindo: ética é um conjunto de procedimentos com base no bom senso, moral é algo que confere ao ser humano respeito e rege o comportamento humano para o sentido do bem estar e do respeito. Sendo assim ética confere regras moral confere respeito e procedimentos.

Fonte: Discursão com o grupo